16 de dezembro de 2015

Sociologia - Trabalho e Sociedade


1- (UEM – Inverno 2008) É correto afirmar que acompanham ou são consequências da atual fase de internacionalização da economia os seguintes fenômenos:
01) a reestruturação produtiva, que se refere ao conjunto das transformações que ocorreu nas tecnologias e nas relações de produção, causando, entre outros, o desaparecimento de algumas profissões e o desemprego estrutural.
02) o acirramento da competição tecnológica, que tem reordenado o padrão de acumulação capitalista e gerado grandes corporações globais, por meio de fusões de empresas que operam em um determinado setor econômico.
04) a alta rotatividade da mão-de-obra e formas mais flexíveis e precárias de contrato entre empregadores e empregados.
08) o fortalecimento das organizações sindicais, que têm assumido papel decisivo no conteúdo das mudanças em curso no mundo do trabalho.
16) o afrouxamento das leis contra imigração, já que os países mais ricos necessitam da mão-de-obra originária dos países que estão em uma posição econômica subordinada.

2- (UEM – Inverno 2008) Sobre as relações produtivas desenvolvidas por diferentes grupos sociais ao longo da história, assinale o que for correto.
01) Nas sociedades tribais, o trabalho humano está relacionado apenas à satisfação das necessidades básicas do homem, como, por exemplo, garantir a alimentação e o abrigo. Por isso, nesses casos, os processos de trabalho não geram relações propriamente sociais.
02) Segundo muitos autores, para alcançar a sua subsistência, nem todos os grupos humanos viveram de atividades produtivas, como ocorreu historicamente nas sociedades de pescadores, de coletores e de caçadores.
04) Alguns antropólogos afirmam que grupos indígenas, como os ianomâmis, podem ser considerados “sociedades de abundância”, pois dedicam poucas horas diárias às atividades produtivas, mas, apesar disso, têm suas necessidades materiais satisfeitas. Tais necessidades não são crescentes, como ocorre nas sociedades capitalistas.
08) Na sociedade feudal, a terra era o principal meio de produção, porém os direitos sobre ela pertenciam aos senhores. Os camponeses e os servos nunca podiam decidir o que produzir, para quem e quando trocar o fruto do seu trabalho.
16) O modo de produção escravista colonial que ocorreu no Brasil tinha as seguintes características principais: economia voltada para o mercado externo baseada no latifúndio, troca de matérias-primas por produtos manufaturados da metrópole e fraco controle da colônia sobre a comercialização.

3- (UEM – Inverno 2008) Considerando que a produção e a circulação de bens e de serviços são o resultado da combinação de trabalho, matéria-prima e instrumentos de produção, assinale o que for correto.
01) Para Karl Marx, no capitalismo, os trabalhadores encontram-se alienados pelo fato de não se apropriarem dos resultados do seu trabalho nem controlarem o processo produtivo.
02) Na produção capitalista contemporânea, a ciência e a tecnologia tornaram-se forças produtivas e agentes de acumulação do capital.
04) As atividades relacionadas às artes e à atividade intelectual não podem ser consideradas trabalho, pois não produzem riqueza material.
08) No modo de produção asiático, os escravos e os camponeses entregavam a sua produção ao Estado, porém o excedente da produção era dividido igualmente por toda a população.
16) A partir das mudanças ocorridas em seu processo de produção, o sistema feudal entrou em declínio, assim, os países europeus predominantemente agrários lentamente se transformaram em urbano-industriais.

4- (UEM – verão 2008) A respeito da organização do processo produtivo na economia capitalista no período pós Segunda Guerra Mundial, assinale o que for correto.
01) A concentração espacial das distintas etapas do processo produtivo, o forte controle sobre elas e a acentuada hierarquização das funções constituem características do denominado modelo fordista.
02) Pode-se dizer que o toyotismo foi uma resposta à crise da economia capitalista mundial manifesta na década de 1970. Ele se caracterizou, entre outros fatores, pela exigência de maior versatilidade dos trabalhadores para o desempenho das funções.
04) O período em que vigorou hegemonicamente o modelofordista foi acompanhado pela expansão dos serviços públicos. Nos países de capitalismo central, essa expansão produziu o denominado Estado de bem estar social.
08) O fordismo caracterizou-se por métodos que procuraram fazer que os próprios operários internalizassem a disciplina de trabalho necessária para a acumulação capitalista. Assim, dispensou a necessidade de várias funções intermediárias do processo produtivo.
16) Embora distintos, o fordismo e o toyotismo coincidiram, igualmente, com períodos de enfraquecimento das organizações sindicais dos trabalhadores.

5- (UEL – 2003) Antonio Candido, crítico literário com formação em sociologia, assim escreve sobre as formas de solidariedade na vida social rural do interior do estado de São Paulo (1948-1954): “Na sociedade caipira a sua manifestação mais importante é o mutirão, cuja origem tem sido objeto de discussões. Qualquer que ela seja, todavia, é prática tradicional. (...)
Consiste essencialmente na reunião de vizinhos, convocados por um deles, a fim de ajudá-lo a efetuar determinado trabalho: derrubada, roçada, plantio, limpa, colheita, malhação, construção de casa, fiação, etc. Geralmente os vizinhos são convocados e o beneficiário lhes oferece alimento e uma festa, que encerra o trabalho. (...) Um velho caipira me contou que no mutirão não há obrigação para com as pessoas, e sim para com Deus, por amor de quem serve o próximo; por isso a ninguém é dado recusar auxílio pedido.” (CANDIDO, A.Os parceiros do Rio Bonito. 9. ed. São Paulo: Livraria Duas Cidades; Editora 34, 2001. p. 87-89.)
Com base no texto e nos estudos de Émile Durkheim sobre solidariedade, assinale a alternativa que define a forma de solidariedade que prevalece no caso citado.
a) A produção rural desenvolveu o mutirão como forma de solidariedade racional baseada no cálculo econômico do lucro.
b) A solidariedade tradicional que aparece na sociedade caipira, estimulada pelo mutirão, fundamenta-se no modelo de organização do trabalho industrial.
c) A produção rural recorre ao mutirão como uma forma de solidariedade orgânica, sustentada na especialização das tarefas e na remuneração equivalente à qualificação profissional.
d) O mutirão pode ser caracterizado como uma forma de solidariedade mecânica, pois se baseia na identidade por vizinhança e nos valores religiosos do grupo social.
e) O mutirão garante o assalariamento da vizinhança, fortalecendo a solidariedade rural.

6- (UEL – 2003) Leia os textos que seguem. O primeiro é de autoria do pensador alemão Karl Marx (1818-1883) e foi publicado pela primeira vez em 1867. O segundo integra um caderno especial sobre trabalho infantil, do jornal Folha de S. Paulo, publicado em 1997.
“(...) Tornando supérflua a força muscular, a maquinaria permite o emprego de trabalhadores sem força muscular ou com desenvolvimento físico incompleto, mas com membros mais flexíveis. Por isso, a primeira preocupação do capitalista, ao empregar a maquinaria, foi a de utilizar o trabalho das mulheres e das crianças. (...) [Entretanto,] a queda surpreendente e vertical no número de meninos [empregados nas fábricas] com menos de 13 anos [de idade], que freqüentemente aparece nas estatísticas inglesas dos últimos 20 anos, foi, em grande parte, segundo o depoimento dos inspetores de fábrica, resultante de atestados médicos que aumentavam a idade das crianças para satisfazer a ânsia de exploração do capitalista e a necessidade de traficância dos pais.” (MARX, K. O Capital: crítica da economia política. 19. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. Livro I, v. 1, p. 451 e 454).
“A Constituição brasileira de 1988 proíbe qualquer tipo de trabalho para menores de 14 anos. (...) Apesar da proibição constitucional, não existe até hoje uma punição criminal para quem desobedece à legislação. O empregador que contrata menores de 14 anos está sujeito apenas a multas. ‘As multas são, na maioria das vezes, irrisórias, permanecendo na casa dos R$ 500’, afirmou o Procurador do Trabalho Lélio Bentes Corrêa. Além de não sofrer sanção penal, os empregadores muitas vezes se livram das multas trabalhistas devido a uma brecha da própria Constituição. O artigo 7º, inciso XXXIII, proíbe ‘qualquer trabalho’ a menores de 14 anos, mas abre uma exceção – ‘salvo na condição de aprendiz’.” (Folha de S. Paulo, 1 maio 1997. Caderno Especial Infância Roubada – Trabalho Infantil.)
Com base nos textos, é correto afirmar:
a) Graças às críticas e aos embates questionando o trabalho infantil durante o século XIX, na Inglaterra, o Brasil pôde, no final do século XX, comemorar a erradicação do trabalho infantil.
b) Em decorrência do desenvolvimento da maquinaria, foi possível diminuir a quantidade de trabalho humano, dificultando o emprego do trabalho infantil nas indústrias desde o século XIX, na Inglaterra, e nos dias atuais, no Brasil.
c) A legislação proibindo o trabalho infantil na Inglaterra do século XIX e a legislação atual brasileira são instrumentos suficientes para proteger as crianças contra a ambição de lucro do capitalista.
d) O trabalho infantil foi erradicado na Inglaterra, no século XIX, através das ações de fiscalização dos inspetores nas fábricas, exemplo que foi seguido no Brasil do século XX.
e) O desenvolvimento da maquinaria na produção capitalista potencializou, no século XIX, o emprego do trabalho infantil. Naquele contexto, a legislação de proteção à criança pôde ser burlada, o que ainda se verifica, de certa maneira, no Brasil do final do século XX.

8- (UEL – 2003) A expansão da produção capitalista, nos três primeiros quartos do século XX, esteve assentada principalmente no modelo de organização fordistaA partir dos anos 1970, esse modelo sofreu significativas alterações, decorrentes da dificuldade em enfrentar, através de ganhos de produtividade, a crise que atingiu o sistema capitalista. Impôs-se ao universo da produção a necessidade de profunda reestruturação econômica, expressa pela introdução de novas tecnologias, flexibilidade dos processos de trabalho, dos mercados de trabalho, dos produtos e dos padrões de consumo. Tais mudanças foram vistas por alguns como ruptura e, por outros, como continuidade do modelofordista. De qualquer maneira, o mundo do trabalho real do século XXI já não é mais o mesmo.
Sobre os impactos concretos que afetaram a produção e o trabalho no Brasil, no quadro das transformações comentadas no texto, é correto afirmar que houve:
a) consolidação do assalariamento regulamentado, através da expansão do emprego com carteira registrada para a totalidade dos trabalhadores.
b) fortalecimento do poder de negociação dos sindicatos e elevação contínua da renda dos trabalhadores.
c) extinção por inteiro das formas antigas de divisão do trabalho baseada na separação entre concepção e execução, em decorrência da alta qualificação intelectual dos trabalhadores.
d) expansão de formas alternativas de organização do trabalho (trabalho informal, doméstico, temporário, por hora e subcontratação) em detrimento do assalariamento tradicional.
e) redução drástica das jornadas de trabalho e ampliação do tempo de lazer desfrutado pelos trabalhadores.

9- (UEL – 2003) “Pela exploração do mercado mundial a burguesia imprime um caráter cosmopolita à produção e ao consumo em todos os países. Para desespero dos reacionários, ela retirou à indústria sua base nacional. As velhas indústrias nacionais foram destruídas e continuam a sê-lo diariamente. (...) Em lugar das antigas necessidades satisfeitas pelos produtos nacionais, nascem novas necessidades, que reclamam para sua satisfação os produtos das regiões mais longínquas e dos climas mais diversos. Em lugar do antigo isolamento de regiões e nações que se bastavam a si próprias, desenvolve-se um intercâmbio universal, uma universal interdependência das nações. E isso se refere tanto à produção material como à produção intelectual. (...) Devido ao rápido aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e ao constante progresso dos meios de comunicação, a burguesia arrasta para a torrente da civilização mesmo as nações mais bárbaras.” (MARX, K.; ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Global, 1981. p. 24-25.)
Com base no texto de Karl Marx e Friedrich Engels, publicado pela primeira vez em 1848, assinale a alternativa correta.
a) Desde o início, a expansão do modo burguês de produção fica restrita às fronteiras de cada país, pois o capitalista é conservador quanto às inovações tecnológicas.
b) O processo de universalização é uma tendência do capitalismo desde sua origem, já que a burguesia precisa de novos mercados, de novas mercadorias e de condições mais vantajosas de produção.
c) A expansão do modo capitalista de produção em escala mundial encontrou empecilhos na mentalidade burguesa apegada aos métodos tradicionais de organização do trabalho.
d) Na maioria dos países não europeus, a universalização do capital encontrou barreiras alfandegárias que impediram sua expansão.
e) A dificuldade de comunicação entre os países, devido ao baixo índice de progresso tecnológico, adiou para o século XX a universalização do modo capitalista de produção.

10- (UEL – 2004) “No tempo em que os sindicatos eram fortes, os trabalhadores podiam se queixar do excesso de velocidade na linha de produção e do índice de acidentes sem medo de serem despedidos. Agora, apenas um terço dos funcionários da IBP [empresa alimentícia norte-americana] pertence a algum sindicato. A maioria dos não sindicalizados é imigrante recente; vários estão no país ilegalmente; e no geral podem ser despedidos sem aviso prévio por seja qual for o motivo. Não é um arranjo que encoraje ninguém a fazer queixa. [...] A velocidade das linhas de produção e o baixo custo trabalhista das fábricas não sindicalizadas da IBP são agora o padrão de toda indústria.” (SCHLOSSER, Eric. País Fast-Food. São Paulo: Ática, 2002. p. 221.)
No texto, o autor aborda a universalização, no campo industrial, dos empregos do tipo Mcjobs“McEmprego”, comuns em empresas fast-food. Assinale a alternativa que apresenta somente características desse tipo de emprego.
a) Alta remuneração da força-de-trabalho adequada à especialização exigida pelo processo de produção automatizado.
b) Alta informalidade relacionada a um ambiente de estabilidade e solidariedade no espaço da empresa.
c) Baixa automatização num sistema de grande responsabilidade e de pequena divisão do trabalho.
d) Altas taxas de sindicalização entre os trabalhadores aliadas a grandes oportunidades de avanço na carreira.
e) Baixa qualificação do trabalhador acompanhada de má remuneração do trabalho e alta rotatividade.

11- (UEL-2004) No final de 2000 o jornalista Scott Miller publicou um artigo no The Wall Street Journal, reproduzido no Estado de S. Paulo (13 dez. 2000), com o título “Regalia para empregados compromete os lucros da Volks na Alemanha”. No artigo ele afirma: “A Volkswagen vende cinco vezes mais automóveis do que a BMW, mas vale menos no mercado do que a rival. Para saber por que, é preciso pegar um operário típico da montadora alemã. Klaus Seifert é um veterano da casa. Cabelo grisalho, Seifert é um planejador eletrônico de currículo impecável. Sua filha trabalha na montadora e, nas horas vagas, o pai dá aulas de segurança no trânsito em escolas vizinhas. Mas Seifert tem, ainda, uma bela estabilidade no emprego. Ganha mais de 100 mil marcos por ano (51.125 euros), embora trabalhe apenas 7 horas e meia por dia, quatro dias por semana. ‘Sei que falam que somos caros e inflexíveis’, protesta o alemão durante o almoço no refeitório da sede da Volkswagen AG. ‘Mas o que ninguém entende é que produzimos veículos muito bons.’ E quanto a lucros muito bons?”
A relação entre lucro capitalista e remuneração da força-de-trabalho pode ser abordada a partir do conceito de mais-valia, definido como aquele “valor produzido pelo trabalhador [e] que é apropriado pelo capitalista sem que um equivalente seja dado em troca.” (BOTTOMORE, Tom. Dicionário do pensamento marxista. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. p. 227).
Com o intuito de ampliar a taxa de extração de mais-valia absoluta, qual seria a medida imediata mais adequada a ser tomada por uma empresa de automóveis?
a) Aumentar o número de veículos vendidos.
b) Transferir sua fábrica para regiões cuja força-de-trabalho seja altamente qualificada.
c) Incrementar a produtividade por meio da automatização dos processos de produção.
d) Ampliar os gastos com o capital constante, ou seja, o valor dispendido em meios de produção.
e) Intensificar a produtividade da força de trabalho sem novos investimentos de capital.

12- (UEL – 2005) Fordismo é um termo que se generalizou a partir da concepção de Antonio Gramsci, que o utiliza para caracterizar o sistema de produção e gestão empregado por Henry Ford, em sua fábrica, a Ford Motor Co., em Highland Park, Detroit, em 1913. O método fordista de organização do trabalho produziu surpreendente crescimento da produtividade, garantindo, assim, produção em larga escala para consumo de massa. O papel desempenhado pelo fordismo, enquanto sistema produtivo, despertou, por exemplo, a atenção de Charles Chaplin, que o retratou com ironia no filmeOs Tempos Modernos. Assinale a alternativa que apresenta características desse método de gestão e de organização técnica da produção de mercadorias.
a) Unidade entre concepção e execução, instaurando um trabalho de conteúdo enriquecido, preservando-se, assim, as qualificações dos trabalhadores.
b) Substituição do trabalho fragmentado e simplificado, típico da Revolução Industrial, pelas “ilhas de produção”, onde o trabalho é realizado em equipes.
c) Supressão progressiva do trabalhador taylorizado e, conseqüentemente, combate ao “homem boi”, realizador de trabalhos desqualificados, restituindo-se, em seu lugar, o trabalhador polivalente.
d) Controle dos tempos e movimentos do trabalho, com a introdução da esteira rolante, e de salários mais elevados em relação à média paga nas demais empresas.
e) Redução das distâncias hierárquicas no interior da empresa, como forma de estimular o trabalho em grupos, resultando em menos defeitos de fabricação e maior produção.

13- (UEL – 2007) Segundo Émile Durkheim “[...] constitui uma lei da história que a solidariedade mecânica, a qual a princípio é quase única, perca terreno progressivamente e que a solidariedade orgânica, pouco a pouco, se torne preponderante”. Fonte: DURKHEIM, É. A Divisão Social do Trabalho, In Os Pensadores. Tradução de Carlos A. B. de Moura. São Paulo: Abril Cultural, 1977, p. 67.
Por esta lei, segundo o autor, nas sociedades simples, organizadas em hordas e clãs, prevalece a solidariedade por semelhança, também chamada de solidariedade mecânica. Nas organizações sociais mais complexas, prevalece a solidariedade orgânica, que é aquela que resulta do aprofundamento da especialização profissional.
De acordo com a teoria de Durkheim, é correto afirmar que:
a) As sociedades tendem a evoluir da solidariedade orgânica para a solidariedade mecânica, em função da multiplicação dos clãs.
b) Na situação em que prevalece a solidariedade mecânica, as sociedades não evoluem para a solidariedade orgânica.
c) As sociedades tendem a evoluir da solidariedade mecânica para a solidariedade orgânica, em função da intensificação da divisão do trabalho.
d) Na situação em que prevalece a divisão social do trabalho, as sociedades não desenvolvem formas de solidariedade.
e) Na situação em que prevalecem clãs e hordas, as sociedades não desenvolvem formas de solidariedade e, por isso, tendem a desaparecer progressivamente.

14- (UEL - 2008) Segundo Braverman: O mais antigo princípio inovador do modo capitalista de produção foi a divisão manufatureira do trabalho [...] A divisão do trabalho na indústria capitalista não é de modo algum idêntica ao fenômeno da distribuição de tarefas, ofícios ou especialidades da produção [...].
(BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista. Tradução Nathanael C. Caixeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1981. p. 70.)
O que difere a divisão do trabalho na indústria capitalista das formas de distribuição anteriores do trabalho?
a) A formação de associações de ofício que criaram o trabalho assalariado e a padronização de processos industriais.
b) A realização de atividades produtivas sob a forma de unidades de famílias e mestres, o que aumenta a produtividade do trabalho e a independência individual de cada trabalhador.
c) O exercício de atividades produtivas por meio da divisão do trabalho por idade e gênero, o que leva à exclusão das mulheres do mercado de trabalho.
d) O controle do ritmo e da distribuição da produção pelo trabalhador, o que resulta em mais riqueza para essa parcela da sociedade.
e) A subdivisão do trabalho de cada especialidade produtiva em operações limitadas, o que conduz ao aumento da produtividade e à alienação do trabalhador.

15- (UEL - 2008) Sobre a exploração do trabalho no capitalismo, segundo a teoria de Karl Marx (1818-1883), é correto afirmar:
a) A lei da hora-extra explica como os proprietários dos meios de produção se apropriam das horas não pagas ao trabalhador, obtendo maior excedente no processo de produção das mercadorias.
b) A lei da mais valia consiste nas horas extras trabalhadas após o horário contratado, que não são pagas ao trabalhador pelos proprietários dos meios de produção.
c) A lei da mais-valia explica como o proprietário dos meios de produção extrai e se apropria do excedente produzido pelo trabalhador, pagando-lhe apenas por uma parte das horas trabalhadas.
d) A lei da mais valia é a garantia de que o trabalhador receberá o valor real do que produziu durante a jornada de trabalho.
e) As horas extras trabalhadas após o expediente constituem-se na essência do processo de produção de excedentes e da apropriação das mercadorias pelo proprietário dos meios de produção.

Respostas: 
1- Resposta: 07
Alternativa (s) correta (s): 01-02-04
2- Resposta: 20
Alternativa (s) correta (s): 04-16
3- Resposta: 19
Alternativa (s) correta (s): 01-02-16
4- Resposta: 07
Alternativa (s) correta (s): 01-02-04

5-D 6-E 8-D 9-B 10-E 11-E 12-D 13-C 14-E 15-C


01) É necessário que ao buscar o significado do trabalho, faça-se sempre referência:
a) à relação de emprego
b) ao que pensa cada trabalhador da sua atividade.
c) aos planos empresariais.
d) ao nível de desenvolvimento tecnológico empregado.
e) às formas concretas das sociedades, culturas e civilizações em questão.

02) O trabalho humano pode ser genericamente definido como:
a) o trabalho realizado em qualquer processo independente da finalidade.
b) o trabalho que exprime uma tendência de personalidade.
c) o trabalho pelo qual o homem transforma a natureza, transformando a si próprio e à sociedade em que vive.
d) do fim último das sociedades industriais.
e) qualquer atividade que tenha por fim um valor de uso.

03) O que distingue o resultado do trabalho humano daquele proveniente da mais organizada das comuni-dades animais?
a) o emprego de máquinas para transformar os objetos de trabalho.
b) o uso relativo de um esforço menor em função de um planejamento e gerência.
c) a capacidade humana de idealizar o produto do seu trabalho, ou seja a característica teleológica do trabalho.
d) a extração de mais-valia absoluta.
e) a extração de mais-valia relativa.

04) Quando o trabalho exprime as tendências profundas da personalidade e ajuda o Homem a se realizar, podemos dizer que equipara-se:
a) à satisfação de necessidades.
b) à coerção, já que obedece a uma exigência incontrolável da pessoalidade.
c) à ação.
d) à produção de utilidades.
e) à consecução do objetivo do Ser. 


05) Podemos dizer que o trabalho sob o aspecto de necessidades:
a) gerou o capital financeiro.
b) objetiva a produção de valor de troca, qualquer que seja a sociedade considerada.
c) se revela um gerador de utilidades (valores de uso), bem como de mercadorias.
d) exigiu a introdução das práticas gerenciais na indústria.
e) objetiva a produção de valor de uso, qualquer que seja a sociedade considerada.

06) Quando se fala em necessidade é preciso contextualizá-la em função dos motivos abaixo elencados, exceto:
a) porque toda sociedade gera utilidades consoante um período determinado.
b) porque as necessidades alteram-se conforme a organização social e o momento histórico considerado.
c) porque em qualquer sociedade a defasagem existente entre as necessidades e os meios econômicos tem incidências importantes sobre as atividades de trabalho.
d) porque a necessidade é valor prenhe de variáveis psicológicas e sociais.
e) porque o mesmo trabalho pode suprir uma necessidade, e ser considerado uma ação ou uma coerção.

07) O trabalho executado para a suprir uma necessidade pode ao mesmo tempo ser considerado, conforme a razão que animou a sua realização:
a) uma ação ou uma coerção.
b) produtivo ou improdutivo.
c) uma coerção integrada ou uma necessidade simplesmente.
d) gerador de um valor de uso ou de um valor de troca.
e) exclusivamente gerador de um valor de uso.

08) A compulsão que caracteriza a atividade de trabalho pode ser:
a) técnica ou científica.
b) é a principal característica da extração de mais-valia.
c) de origem externa ou interna.
d) as alternativas a e c estão corretas.
e) as alternativas a, b e c estão corretas.

09) A compulsão que provém ou de um ideal de servir à sociedade ou da necessidade de criação artística, científica ou técnica, classifica-se como:
a) um comportamento normal da personalidade.
b) de origem interna.
c) criadora, exclusivamente, de utilidades.
d) abnegação.
e) um comportamento altruísta.


10) A persuasão moral e a coação econômica constituem: 
a) compulsões de origem externa.
b) compulsões de origem interna.
c) compulsões de origem interna e externa.
d) as alternativas a e b estão corretas.
e) somente a b está correta.

11) Há sociedades em que a complexidade da cadeia produtiva se torna tão grande que o produtor perde o sentido que sua contribuição representa. Esse processo se denomina:
a) exploração.
b) extração de mais-valia.
c) alienação.
d) desvalorização.
e) despersonalização.

12) Afirma a teoria marxista que alguns homens são alienados do seu trabalho:
a) pelas relações de produção econômica.
b) pelas relações de produção econômica e pelos sistemas de dominação de classe .
c) pelas relações de produção e pelo aparato gerencial.
d) pelo aparato gerencial e pelo mercado.
e) pelo desenvolvimento da técnica.

13) Para MARX, a exploração:
a) existe na exata medida em que é percebida pelos trabalhadores.
b) é uma realidade objetiva decorrente de certos sistemas produtivos.
c) é um procedimento técnico, amplamente desenvolvido nas minas de carvão.
d) depende da objetividade do empregador no trato dos empregados.
e) é uma realidade subjetiva decorrente do processo de alienação.

14) Para MARX, aumentando-se a jornada de trabalho para além do tempo de trabalho em que o operário produziria o necessário a sua subsistência, e reduzindo a sua remuneração ao mínimo necessário para a satisfação de suas necessidades, obtém-se:
a) a mais-valia absoluta.
b) a produção de utilidades e a satisfação de necessidades.
c) as condições para um belo aumento salarial.
d) o aumento da produtividade do trabalho.
e) a mais valia relativa. 


15) A mais-valia relativa consiste em: 
a) aumento da jornada de trabalho. 
b) aumento da remuneração do trabalho. 
c) diminuição da remuneração do capital. 
d) potencializar a produtividade do trabalho. 
e) diminuição da remuneração do trabalho. 
16) Todas as sociedades possuem em algum grau divisão social do trabalho, mas é característica da sociedade capitalista, exceto: 
a) a reprodutibilidade da divisão social do trabalho no interior das organizações. 
b) a distinção entre o planejamento e a execução do trabalho. 
c) a divisão manufatureira do trabalho. 
d) a divisão das tarefas com o objetivo de potencializar a produtividade. 
e) a divisão das tarefas exclusivamente objetivando a produção de valores de uso. 

17) Para DURKHEIM, resulta da Divisão do Trabalho: 
a) a solidariedade orgânica, devido às semelhanças. 
b) o aumento da força produtiva e da habilidade do trabalhador. 
c) a solidariedade mecânica. 
d) o conjunto das regras sociais que eliminam a possibilidade de Patologia Social. 
e) o conjunto das regras sociais que eliminam a possibilidade de Anomia Social. 

18) Para DURKHEIM, a solidariedade social é: 
a) uma possibilidade, que depende da vontade dos homens. 
b) o próprio exercício da fraternidade e do altruísmo. 
c) condição essencial para a existência e continuidade das sociedades baseadas na divisão do trabalho. 
d) a expressão de uma anomia social. 
e) a expressão de uma sociedade saudável. 

19) Os dois tipos básicos de solidariedade por DURKHEIM são: 
a) a anomia e a patologia. 
b) a mecânica e a orgânica. 
c) a social e a positiva. 
d) a social e a mecânica. 
e) a física e a mecânica. 

20) A solidariedade mecânica: 
a) produz a divisão constrangida do trabalho. 
b) resulta da dessemelhança entre os indivíduos e entre os órgãos sociais. 
c) resulta das semelhanças e prende diretamente o indivíduo à sociedade. 
d) é própria das sociedades marcadas por uma profunda Divisão do Trabalho. 
e) é própria das sociedades onde vige as regras deterministas de convivência social. 

21) Na solidariedade orgânica: 
a) cada parte, do todo social, desenvolve atividades desnecessárias às demais. 
b) o indivíduo depende da sociedade, porque depende das partes que a compõem. 
c) o indivíduo, marcado pela Divisão do Trabalho, é a imagem e semelhança da sociedade. 
d) os sentimentos e crenças de cada um coincidem quase exatamente com os sentimentos e crenças do grupo. 
e) os sentimentos e crenças de cada grupo coincidem quase exatamente com os de toda a sociedade. 

22) Para DURKHEIM, a divisão do trabalho provoca: 
a) dogmas de conduta pessoal. 
b) estados de mútua dependência entre órgãos solidários. 
c) disfunção social. 
d) a expressão positiva da sociedade. 
e) hábitos de valorizar a troca de mercadorias. 

23) Na vida em sociedade, há certas situações que DURKHEIM chama de anomia. O que ela vem a ser? 
a) existem regras sociais, mas elas não se referem especificamente a nenhuma relação social. 
b) o mesmo que patologia social. 
c) a cada relação corresponde uma regulamentação e vice-versa. 
d) as relações sociais encontram-se sem regulamentação. 
e) deficiências nos sistemas de divisão social do trabalho. 

24) Considera-se que a divisão social do trabalho: 
I. depende da distribuição de tarefas entre os indivíduos ou agrupamentos sociais, de acordo com a posição que cada um deles ocupa na estrutura social e nas relações de propriedade. 
II. reproduz-se nas empresas através da divisão técnica das tarefas que se fundamenta tanto na necessidade de elevar a produtividade como de manter relações de hierarquia. 
III. deve-se ao interesse mútuo de setores diversos. 
IV. relaciona-se aos meios de produção e ao acaso na distribuição dos produtores de mercadorias. 

Quanto às assertivas acima podemos dizer: 

a) todas as assertivas são falsas. 
b) todas as assertivas são corretas. 
c) somente são corretas a I e a III. 
d) somente a I é correta. 
e) somente a II é incorreta. 


I. Marx distinguindo a divisão social do trabalho da divisão manufatureira do trabalho pôs em relevo as diferenças entre os aspectos técnicos e os aspectos sociais e humano dessas divisões. Sobre o primeiro aspecto prevalecem as exigências da eficácia técnica e dos rendimentos; sobre o segundo aspecto as relações de dominação e de hierarquia. 
II. A divisão das tarefas na empresa é uma forma de cooperação tecnicamente eficaz, na sociedade global, entretanto, a cooperação está sujeita a oposição incontrolável de variáveis do sistema social e econômico. 
a) somente é correta a assertiva I. 
b) somente a II é incorreta. 
c) somente a II é correta. 
d) as duas assertivas são falsas. 
e) as duas assertivas são corretas. 

26) Como se distingue o trabalho produtivo do improdutivo? 
a) pela sua capacidade de somar à acumulação do capital. 
b) conforme haja vínculo empregatício formal ou não. 
c) um é remunerado pelo salário, o outro, em espécie. 
d) o primeiro se refere aos setores primário e secundário da economia, o segundo, ao terciário. 
e) pela possibilidade de gerar bens ou serviços. 

27) Para Marx em que consiste o capital variável ? 
a) na transformação de dinheiro em valores de uso. 
b) na realização de atividades que produzem utilidade, satisfazendo necessidades. 
c) na quantidade de dinheiro que destina-se a pagar o trabalho. 
d) de uma relação de produção, voltada à produção de excedentes. 
e) no capital proveniente da renda de juros e lucros obtidos em função do trabalho. 

28) Os três tipos básicos de categorização do trabalho nas sociedades capitalistas são: 
a) os tipos básicos resumem-se a um só: o que produz utilidades. 
b) o trabalho assalariado, o não assalariado e o que gera lucros. 
c) o trabalho cuja remuneração é o lucro, o produtivo e o improdutivo. 
d) o trabalho diretamente produtivo, o indiretamente produtivo e o improdutivo. 
e) o trabalho privado e o trabalho público. 

29) O desenvolvimento tecnológico encontra-se diretamente relacionado com: 
a) o uso da ciência aplicada. 
b) o controle que o trabalhador exerce sobre o processo de trabalho. 
c) o aumento da produtividade do trabalho. 
d) as alternativas a e c estão corretas. 
e) somente a alternativa c está correta. 

30) Progresso técnico e divisão do trabalho exigem: 
a) serviços que orientam o indivíduo no reconhecimento de suas aptidões. 
b) especialização profissional. 
c) maior adequação entre capacitação do trabalhador e requisitos para o trabalho. 
d) todas as alternativas acima estão corretas. 
e) somente a alternativa c está correta. 

31) O desemprego na economia capitalista moderna é decorrente: 
a) das deficiência de cada um. 
b) de um conjunto de possibilidades associadas ao mercado: procura e oferta de um bem, serviço, mercadoria, ou seja da oferta de empregos. 
c) do grau de informação do interessado, bem como sua qualificação. 
d) do desejo de não estar empregado ou da oferta reduzida de empregos. 
e) da demanda de empregos, ou seja da oferta agregada. 

32) O objetivo de pleno emprego só é inteiramente alcançado quando está associado a outro fator? 
a) estabilidade no nível de preços e de salários. 
b) a uma política governamental centralizadora e interventora. 
c) ao desejo de todos em realizar uma atividade remunerada. 
d) a uma relação entre desejo de trabalhar e oferta de empregos. 
e) a uma relação entre o interesse de trabalhar e a demanda por empregos. 

33) A quantidade de mão-de-obra disponível depende principalmente dos seguintes fatores: 
a) da eficiência dos trabalhadores e do tempo que estão dispostos a trabalhar. 
b) do desenvolvimento da tecnologia e da escolaridade dos trabalhadores. 
c) do absenteísmo e da qualificação profissional. 
d) do nível das admissões e do tempo que a população aspira a lazer, recreação e cultura. 
e) das tendências de fecundidade, da mortalidade, da migração e das características sócio-econômicas de dada população em dado tempo. 

34) Advém nas ocasiões e circunstâncias em que há empecilhos a uma atividade econômica contínua, gera-dos pela escassez de recursos produtivos: 
a) o trabalho informal. 
b) o desemprego. 
c) o subemprego. 
d) um período de recessão na economia. 
e) o desemprego oculto pelo desalento. 

35) A composição da mão-de-obra segundo o sexo, é considerada: 
a) um reflexo natural da composição sexual da população em geral. 
b) uma conseqüência do emprego maior da mão-de-obra feminina no seio familiar. 
c) um fenômeno social e político. 
d) uma conseqüência exclusiva das características biológicas de ambos os sexos. 
e) consequência de imposições das culturas religiosas dos povos ocidentais. 

36) Para MARX a jornada de trabalho é composta: 
a) do trabalho necessário e do trabalho excedente. 
b) do número necessário e horas para cobrir as despesas com salário. 
c) da mais-valia absoluta e da relativa. 
d) do conjunto de elementos constitutivos do trabalho. 
e) do tempo socialmente necessário para a produção de bens e serviços. 

37) À produção excedente, de que o capitalista se apropria, gerada pela extensão do tempo de trabalho além do socialmente necessário à reprodução da força de trabalho, chamamos de: 
a) valor de troca. 
b) mais-valia relativa. 
c) mais-valia absoluta. 
d) exploração. 
e) trabalho morto. 
38) Quando, através de novas técnicas produtivas, o trabalhador é levado a produzir, em menos tempo, tudo aquilo que é necessário para repor sua força de trabalho sem que, mesmo assim, a jornada de trabalho seja reduzida, ele estará gerando um excedente que é designado pelo teoria marxista como: 
a) valor de troca. 
b) mais-valia relativa. 
c) mais-valia. 
d) coisificação. 
e) mais-valia absoluta. 

39) A elevação da força produtiva do trabalho, da produtividade do trabalhador, cria sobre a mercadoria e o trabalho o efeito de: 
a) o seu barateamento. 
b) a alienação de um em relação ao outro. 
c) um encarece e o outro se torna descartável. 
d) a mercadoria barateia e o preço da força de trabalho encarece. 
e) a mercadoria barateia e o preço da força de trabalho também fica reduzido. 

40) Todos os pontos abaixo podem ampliar a produtividade do trabalho, exceto: 
a) elevar a escolaridade do trabalhador. 
b) promover um sistema de gerenciamento adequado, internamente à empresa. 
c) alterar o instrumental ou o método de trabalho ou ambos ao mesmo tempo.. 
d) ampliar a jornada de trabalho. 
e) ampliar a divisão do trabalho. 


Fonte: Sociologia de PlantãoFórum Concurseiros
gabarito
01- e 02- c 03- c 04- c 05- c 06- e 07- a 08- c 09- b 10- a
11- c 12- b 13- b 14- a 15- d 16- e 17- b 18- c 19- b 20- c
21- b 22- b 23- d 24- b 25- e 26- a 27- c 28- d 29- d 30- b
31- b 32- a 33- e 34- c 35- c 36- a 37- c 38- b 39- a 40- d 

2 comentários:

Anônimo disse...

ola boa noite, a resposta da 4 e qual alternativa

Regina Bolico disse...

Olá anônimo! Obrigada pela visita e pelo comentário.
4- As alternativas corretas são a 01, a 02 e a 04, somando 07.
Um abraço!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...