12 de novembro de 2020

ONU Mulheres

A Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, também conhecida como ONU Mulheres é uma entidade das Nações Unidas destina-se a promover a empoderamento de mulher e igualdade de gênero. 
  • Chefe: Phumzile Mlambo-Ngcuka.
  • Fundador: Assembleia Geral das Nações Unidas.
  • Fundação: julho de 2010.
  • Subsidiária: UN Women Iceland.
  • Organização matriz: Organização das Nações Unidas.
A ONU Mulheres foi criada para unir, fortalecer e ampliar os esforços mundiais em defesa dos direitos humanos das mulheres. Segue o legado de duas décadas do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) em defesa dos direitos humanos das mulheres, especialmente pelo apoio a articulações e movimento de mulheres e feministas, entre elas mulheres negras, indígenas, jovens, trabalhadoras domésticas e trabalhadoras rurais. São seis áreas prioritárias de atuação:
  • liderança e participação política das mulheres;
  • empoderamento econômico;
  • fim da violência contra mulheres e meninas;
  • paz e segurança e emergências humanitárias;
  • governança e planejamento;
  • normas globais e regionais.
A Entidade tem sede Nova York, nos Estados Unidos. Possui escritórios regionais e em países da África, Américas, Ásia e Europa. Nas Américas e Caribe, o escritório regional está situado no Panamá. No Brasil, o escritório opera em Brasília.
Luiza Carvalho é diretora regional da ONU Mulheres para Américas e Caribe.
Imagem: http://www.onumulheres.org.br/


Fonte: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/ONU_Mulheres
http://www.onumulheres.org.br/

Desigualdades entre gêneros

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A dinâmica social, política e econômica da atualidade é caracterizada por grandes desigualdades que preocupam a comunidade internacional. Diminuir as desigualdades entre gêneros é, entre outras formas de desigualdades, uma meta a ser alcançada.

A equivalência de gêneros na maioria dos países ainda é uma meta difícil de ser alcançada, embora já se verifiquem avanços na escolaridade e na autonomia financeira das mulheres, cuja participação no mercado de trabalho é cada vez mais expressiva.

A palavra-chave para explicar os objetivos de organizações que lutam pelo direito das mulheres é o empoderamento. Segundo a ONU Mulheres, isso significa que as pessoas - tanto mulheres como homens - podem assumir o controle da própria vida: trabalhar, receber salários dignos e exercer sua cidadania.

11 de novembro de 2020

Ciências humanas

Imagem: https://www.gratispng.com/
A área das Ciências Humanas é o conjunto de ciências colocam o ser humano como centro da pesquisa. Por investigar o homem e a sociedade, essas ciências abordam sobre diversos aspectos, sejam teóricos, práticos ou subjetivos, como linguagem, cultura e produção de conhecimento.

Nas Ciências Humanas é necessário observar, duvidar, escutar, ler, buscar compreender e se colocar no ponto de vista daquilo ou daquele que está sendo estudado. Também é preciso deixar de lado suas próprias ideias e preconceitos para poder ter uma visão mais ampla e imparcial de fatos e situações.

Na formação acadêmica, esses conhecimentos estão organizados em cursos, tais como: Sociologia, Filosofia, Antropologia, Ciência Política, História, Pedagogia, Literatura, Economia, Administração, Comunicação Social, Geografia, Direito, Psicologia, Relações Internacionais, entre outras.

No ensino médio, as Ciências Humanas e Sociais Aplicadas englobam as disciplinas de Filosofia, Geografia, História e Sociologia.

A Filosofia reflete sobre a natureza humana de maneira racional nos campos da ética, política, estética, lógica, entre outros. 

A Geografia estuda a relação do homem com o meio e seus impactos. Abrange a pesquisa dos elementos naturais do ambiente e a dinâmica social, política, demográfica e cultural. 

A História é a ciência que investiga e registra as ações humanas ao longo do tempo, por meio da análise de documentos, fotos, registros orais e achados arqueológicos. 

A Sociologia é a ciência que analisa os fenômenos sociais e o comportamento humano na sociedade.

Fonte:
https://www.mundovestibular.com.br/cursos/ciencias-humanas
https://querobolsa.com.br/revista/saiba-o-que-e-ciencias-humanas-e-suas-tecnologias
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#medio/a-area-de-ciencias-humanas-e-sociais-aplicadas

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)

A Geografia social do Brasil

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Criado pela ONU na década de 1990 para avaliar e comparar o padrão da vida das nações, o IDH é considerado o indicador socioeconômico mais amplo e completo porque leva em consideração três aspectos importantes: expectativa de vida ou longevidade (saúde), o grau de escolaridade (educação) e a renda per capita (PPC - distribuição de renda).

Educação: são observados os níveis de conhecimento e averiguado o grau de instrução, a taxa de alfabetização e a taxa de escolaridade na educação infantil, no ensino fundamental, no ensino médio e no ensino superior. Questões como evasão escolar, taxas de repetência e demais aspectos também podem influenciar o setor de ensino, bem como a eficiência das políticas educacionais. 

Saúde: verifica os aspectos relacionados à qualidade de vida de uma população através da expectativa de vida ao nascer, que representa a média de anos de vida de um cidadão no país. Esse aspecto está relacionado à eficiência do setor da saúde no país, que  deve garantir acesso aos tratamentos de saúde públicos, entre outros serviços. 

Renda:  mede a qualidade de vida em relação aos aspectos econômicos, como o PIB per capita (soma de todos os bens e serviços produzidos ao longo de um ano dividida pelo total de habitantes). Esse critério indica o padrão de vida do brasileiro não levando em consideração a desigualdade da distribuição de renda. 

O IDH é a média comparativa dos valores correspondentes a esses três aspectos. Varia de 0,0 (nenhum desenvolvimento total) a 1,0 (desenvolvimento humano pleno). Quanto mais próximo de 1, melhor é o desempenho de uma nação. Com base nos valores obtidos no IDH, a ONU classifica os países segundo alguns níveis de desenvolvimento. Esses níveis são: baixo (de 0,0 até 0,499), médio (de 0,500 a 0,699), elevado (de 0,700 a 0,900) e muito elevado (acima de 0,900).

De acordo com o levantamento divulgado em 2019 pelo Pnud, o Brasil apresentava um IDH de 0,761. Apesar de alto, esse índice colocava o Brasil em 79º lugar no ranking do desenvolvimento humano, numa posição bem modesta quando se considera que o país estava entre as dez maiores economias do mundo. Na América Latina, ocupa a 4ª posição, atrás do Chile, Argentina e Uruguai. O crescimento no índice foi de 0,001 ponto em relação ao ano anterior.

Nos últimos anos, o país tem conseguido melhorar sua posição a passos tímidos. Tal melhora está relacionada à elevação da expectativa de vida e à diminuição do analfabetismo, associado à maior presença das crianças na escola. No âmbito interno, o desenvolvimento regional desigual reflete-se na discrepância entre as regiões brasileiras, cujos melhores IDH estão concentrados nos estados das regiões Sul e Sudeste e os piores, no Nordeste.

Outro ponto a destacar é a verificação por vários institutos públicos ou acadêmicos da desigualdade racial expressa por meio do IDH. Esses institutos e órgãos públicos, como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o IBGE, diagnosticaram uma menor apropriação de renda pela população preta ou parda, assim como menor índice de escolaridade, o que está indissociavelmente ligado à herança escravocrata do país. O positivo, segundo dados do IBGE, é que houve considerável avanço da escolaridade entre a população negra na primeira década do século XXI. 
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Fonte: 
ALMEIDA, Lúcia Marina; RIGOLIN, Tércio Barbosa. Fronteiras da globalização: o espaço geográfico globalizado. São Paulo: Ática, 2017. 
SILVA, Edilson Adão Cândido; JÚNIOR, Laercio Furquim. Geografia em rede. São Paulo: FTD, 2016.
https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/idh-brasil.htm 
https://www.oitomeia.com.br/noticias/2019/12/09/brasil-mantem-posicao-no-indice-de-desenvolvimento-humano-em-2019/
"A atitude do educador diante do mundo deve ser sempre investigativa, questionadora e reflexiva, pois os conhecimentos com os quais ele lida em seu exercício profissional estão em permanente mutação."
Lana de Souza Cavalcanti - Geógrafa